Como fazer uma redação dissertativa


Redação dissertativa?
Saiba como fazer uma Redação Dissertativa
Hoje em dia é fundamental para qualquer pessoa saber como fazer uma boa redação, a mais utilizada é a redação dissertativa, sendo ela empregada em provas de vestibulares, exames como o Enem, e até mesmo em entrevistas de emprego, por isso é importante saber como produzir um texto de qualidade mesmo que você não goste de escrever.
O primeiro passo para elaboração de um texto como a redação dissertativa é conhecer a língua portuguesa, isso mesmo, afinal, com as recentes mudanças no nosso idioma é preciso ficar de olho e saber empregar acentos e fazer o uso correto das palavras, e a melhor maneira de dominar isso é escrevendo texto, exercitando a mente e estudando o assunto, por isso acompanhe nossas dicas.

Saiba como fazer uma Redação Dissertativa

Qualquer redação dissertativa ou não consiste numa estrutura básica, tendo conhecimento dela é possível escrever sobre qualquer assunto mostrando domínio e produzindo textos coerentes, desta forma você não corre o risco do texto se tornar cansativo e com muitas voltas.

A estrutura básica de uma redação é introdução, desenvolvimento e conclusão, porém, isso é uma maneira superficial de se pensar, pois a redação exige uma estrutura mais completa, veja abaixo cada um dos itens estruturais de uma redação.
Titulo – Parte importante da redação dissertativa o titulo, muitas vezes esquecido, deve ser uma síntese do que o texto representa, e a melhor maneira de chegarmos a um titulo coerente é criando-o ao final do texto, pois a mente está fresca e podemos chegar a ele mais facilmente.
Introdução – A introdução consiste em um breve resumo do que será abordado no tema, ou qual será a opinião defendida no decorrer da redação dissertativa, lembrando que a introdução deve ser concisa, não muito longa nem curta, que estimule o restante da leitura mas não entregue realmente o desenvolvimento do texto.
Desenvolvimento – O desenvolvimento na redação dissertativa representa os argumentos do texto, ou seja, aqui você deve explicar sobre o assunto ou defender uma ideia, inclua aqui todas as informações pertinentes ao tema, sempre empregando clareza.
Conclusão – Como o nome diz é a parte final da redação dissertativa, é aqui que você deve abordar seus pensamentos finais sobre o tema, respostas a perguntas que ficam no ar ou simplesmente uma solução para um problema como um todo.

Modelo de redação dissertativa

De olho no legado.

Com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, começamos a compreender o legado que irá ficar para a população em geral, modernos centros de treinamentos, áreas para prática de modalidades esportivas e centros de treinamento estão sendo criados, mas o que realmente a população poderá utilizar ainda é uma incógnita.
Em suas campanhas de lançamentos e no período que o país angariava votos para poder sediar tanto a Copa quanto os jogos Olímpicos incansáveis vídeos foram apresentados a exaustão, neles as cidades sede eram retratadas com seus pontos turísticos e o Brasil como um todo era exemplo de modernidade, porém, o que temos notado é que não é bem assim.
De fato, o Brasil está em fase de conclusão de doze novos estádios que serão sedes da Copa do Mundo, e a cidade do Rio já começa a receber obras para as Olimpíadas de 2016, mas o que podemos notar é que o entorno destes estádios ainda estão sem projetos definidos, nossos aeroportos continuam lotados e mostrando que o país não tem condições de receber milhares de turistas.
Além disso, o Brasil mostra que realmente pode concluir os seus estádios até a data de inicio da Copa do Mundo, mas vemos e temos acesso a diversas denuncias de superfaturamento, irregularidades em obras e condições de trabalho precárias nestes estádios, o que mostra o famoso jeitinho brasileiro de concluir seus desafios, mas isso não é motivo de orgulho para ninguém.
O grande fato que vemos é que os vídeos de lançamento de cidades como sede destes eventos nada mais são do que uma grande maquiagem na realidade da população Brasileira, que não irá usufruir do legado deixado pelos eventos, pois a grande maioria da população não terá acesso aos modernos centros de treinamento ou estádios, a não ser pagando ingressos para ir assistir jogos e competições, além é claro, dos famosos elefantes brancos, estádios como o do Amazonas que não serão utilizados após a Copa, a não ser em jogos promocionais da Seleção Brasileira de futebol, ou seja, parafraseando o grande José Roberto Malia “A festa é deles, a conta é nossa”.
Redação dissertativa feita por Paulo Macedo,

Veja um um vídeo explicando melhor.


Ascensão do extremismo islâmico na Ásia Central e no Cáucaso

01 set 2013 - INTERNACIONAL

O extremismo islâmico na Ásia Central e no Cáucaso irá aumentar ainda mais nos próximos anos, prevê o novo relatório de Anna Münster, bolsista do Programa Rússia e Eurásia na Chatham House, intitulado “Crescimento do extremismo islâmico na Ásia Central e no Cáucaso: situação e perspectivas”
A futura retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão em 2014, bem como mudanças de regime esperadas no Cazaquistão e Uzbequistão, ameaçam desestabilizar a região, proporcionando aos radicais uma plataforma a partir da qual operar, destaca Anna Münster.

O relatório, escrito para a Classificação de países por perseguição, rastreia as raízes do islã — da Ásia Central e norte do Cáucaso ao Daguestão (uma república da Rússia) — durante o século 7I, embora, desde então, essa religião tenha tomado formas variadas em diferentes países.
O rito sunita do islamismo é o mais comumente seguido, mas Münster afirma que são as respostas individuais e coletivas dadas por certas facções do Islã que ditam como a religião se manifesta.

Grupos radicais como o Hizb ut-Tahrir e a Irmandade Muçulmana, assim como o "culto do martírio", tornaram-se o "fator unificador e mobilizador "dos jovens muçulmanos, muitas vezes insatisfeitos com sua situação política e sócio-econômica”, ela enfatiza.

A ideia do crescimento do islã como uma resposta à desilusão é mencionada várias vezes, juntamente com a existência de solidariedade entre os muçulmanos dessa região, que se sentem vitimizados pelo Ocidente e acreditam sofrer uma "grande conspiração antimuçulmana".

Este sentimento de solidariedade se perpetua, escreve Münster, por meio da guerra, tanto as guerras no Afeganistão e no Iraque como os conflitos na Chechênia e na Bósnia: "O avanço do islamismo político nessa região, durante o último quarto do século 20, é frequentemente descrito como uma resposta aos queixumes, desafios e conflitos locais", escreve ela.

Münster prevê que a retirada das tropas dos EUA do Afeganistão terá um efeito desestabilizador em toda a região, assim como, enfatiza ela, o colapso da União Soviética desempenhou um importante papel no crescimento recente do islã e do extremismo islâmico.

A repressão aos muçulmanos por parte da União Soviética, a qual "fechou mesquitas e exilou ou matou clérigos", bem como o surgimento dos novos Estados da Armênia, Geórgia e do Azerbaijão, entre outros, levaram ao "desenvolvimento de manifestações islâmicas locais sob influências estrangeiras", afirma Münster.

Essas influências variam desde o pacifismo até a política, na medida em que várias organizações internacionais ganharam pontos de apoio na região. Países diferentes reagiram de forma diferente, diz Münster, de acordo com sua interpretação do islã, entre outras coisas, e conforme o grau de secularização que experimentaram durante a era soviética.

Considerando que várias potências mundiais disputam o acesso aos ricos recursos naturais da Ásia Central e do Cáucaso, Münster relata diversos exemplos recentes de corrupção e suborno.
Münster destaca o caso do Uzbequistão, talvez o mais notório, que ignora o abuso deliberado de direitos humanos por causa dos interesses escusos de governos ocidentais. Ali os islâmicos têm sido submetidos a brutalidades e tortura nas prisões, "inclusive aqueles que nunca se engajaram em ações violentas e foram [presos] simplesmente por possuir um folheto da Hizb ut-Tahrir".

A tortura é muitas vezes "sistemática" e "profundamente perturbadora", escreve ela, enquanto a "extensão do controle do governo sobre a vida, inclusive a escolha religiosa, é uma reminiscência de tempos soviéticos, ainda que o uso de novas tecnologias [de comunicação instantânea] e os acontecimentos da Primavera Árabe possam representar uma dura advertência aos governos repressores de hoje".
FontePortas Abertas Internacional

CONFRONTANDO OS INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO - Lição 09


Texto Áureo: Fp. 3.14 – Leitura Bíblica: Fp. 3.17-21

INTRODUÇÃO
Após admoestar os crentes filipenses que o tenham como modelo a ser imitado, Paulo os adverte quanto aos perigos daqueles a quem denomina de “inimigos da cruz de Cristo”. Estudaremos, na aula de hoje, que esse não apenas devem ser evitados, mas também confrontados, por comprometerem a veracidade do evangelho. Ao final destacaremos que a perdição deles está prevista nas Escrituras, e que nós, os crentes em Jesus, estamos fundamentados em uma viva esperança, eterna que vem de Deus.


1. OS INIMIGOS DA CRUZ

Paulo, como pastor amoroso, protege suas ovelhas das ameaços dos inimigos, dos falsos mestres, daqueles que se infiltravam no meio do povo de Deus, somente para tirar proveito. Os inimigos da cruz de Cristo, a respeito dos quais o Apóstolo trata em suas Epístolas, mais especificamente Gálatas e Filipenses, são prioritariamente os judaizantes. Esse movimento se tornou servo dos caprichos religiosos, achavam que dependiam de suas dietas alimentares para serem salvos. Por isso “o deus deles era o ventre”, pois determinavam previamente o que deveriam ou não comer para serem santos. A circuncisão, conforme já destacamos anteriormente, era uma condição imposta por eles para o pertencimento a Cristo. Esses, diferentemente de Paulo, e dos crentes de todas as gerações, se gloriavam não na cruz, isto é, no sacrifício de Jesus, mas em suas práticas legalistas (Gl. 6.12-15). Paulo destacou, assim como fez o autor da Epístola aos Hebreus, que o véu do templo foi rasgado, e que o homem agora tem livre acesso a Deus, por meio de Jesus Cristo (Hb. 10.19-25). A circuncisão, como qualquer outra prática religiosa, é incapaz de conduzir o ser humano à salvação (Ef. 2.8-16). Existem muitos evangélicos nestes dias que acham que são salvos por algo que façam ou deixam de fazer. A vaidade de alguns está no cumprimento do cabelo, ou de uma saia, restrições comumente direcionadas apenas às mulheres. Mas havia outro grupo entre os crentes filipenses, esses se voltavam para o lado oposto, eram totalmente liberais. Esses não eram legalistas, mas libertinos, argumentavam que os crentes podiam pecar, pois o corpo, a parte negativa do ser humano, seria destruído na sepultura. Esse pensamento foi influenciado pelo dualismo grego, a crença filosófica que a matéria era má, e por conseguinte, seria descartada no sepulcro. Essa cosmovisão helenista tem assumido muitas formas no cristianismo moderno, a mais perigosa é a do universalismo. Alguns líderes eclesiásticos estão defendendo que todas as pessoas serão salvas, pouco importando se receberam ou não a Cristo. Mas Paulo, em suas epístolas, tanto confrontou o ascetismo legalista (I Co. 7.1) quanto à libertinagem anomista (I Co. 6.12), e defendeu a produção do fruto do Espírito (Gl. 5.22).


2. O FIM DELES É A PERDIÇÃO

Esses falsos mestres estão investindo na destruição deles mesmos, pois mesmo pensando que estão adorando a Deus, na verdade estão adorando a eles mesmos (Fp. 3.19). Como o deus deles é o ventre, koilia em grego, apenas se gloriam do próprio umbigo. A vida deles é centrada no eu, são incapazes de se submeterem à autoridade da Palavra de Deus. Não admitem qualquer disciplina espiritual: oração, jejum e meditação. Os púlpitos evangélicos estão repletos de pregadores que tratam de assuntos que nada têm a ver com o evangelho. Os supostos pastores, que na verdade querem ser chamados de bispos e apóstolos, pregam apenas a si mesmos. Muitas igrejas, que não podem ser consideradas evangélicas no sentido próprio do termo, estão alicerçadas apenas no amor ao dinheiro. Esses pseudoevangélicos usam a Bíblia apenas para cooptar as pessoas a satisfazerem seus interesses. Não existe qualquer procedimento exegético na exposição das Escrituras. Eles pincelam os textos a seu bel-prazer, de acordo com suas conveniências, sem atentar para o sentido gramatical e contextual do versículo. Paulo diz que “a glória deles está na sua infâmia” (Fp. 3.19), isto é, eles deveriam se envergonhar do que estavam fazendo. Eles não apenas se entregavam dissolutamente ao pecado, mas também se vangloriavam dos seus atos libertinos. Eles falavam a respeito de Deus, mas a preocupação central deles era com o terreno, “apenas para as coisas materiais”. O meio evangélico está cheio desse tipo de pregador que não sabe mais o que significa ser salvo e ir para o céu. Na verdade, eles não têm qualquer sentimento em relação ao céu, pois o foco está exclusivamente nos valores terrenos. Eles pregam a ganância, travestida de prosperidade terrena, como se fosse o único prêmio a ser buscado pelos crentes. Eles ficam apavorados diante da morte, negam-se a tratar desse assunto. Por isso, para eles, a saúde física é idolatrada, argumentam até que um cristão de fé não pode adoecer. Muitos pseudoevangélicos estão se deixando levar por essa ladainha antievangélica. Esses inimigos da cruz de Cristo receberão sua paga na eternidade, o engano proliferado por eles não ficará impune. O caminho deles os conduzirá à perdição, pois eles estão pregando heresia, o que conduz à punição eterna (II Ts. 1.9).


3. MAS A NOSSA CIDADE ESTÁ NOS CÉUS

Os crentes em Jesus não se apavoram diante da morte, pois sabem que ela é apenas uma passagem para uma eternidade com Cristo. Estamos na terra e devemos responder com responsabilidade a essa condição. Os cristãos, enquanto cidadãos da terra, têm direitos e deveres. Precisamos estar conscientes dessa situação, principalmente nos momentos de cobrar dos políticos. Há crentes que defendem uma obediência incondicional às autoridades, mas isso não é ensinado na Bíblia (At. 5.29). A democracia pressupõe diversidade de poderes e fiscalização por parte do povo, para que os poderes governem a contento. O respeito às autoridades é bíblico (Rm. 13.1), e deve ser considerado, mas não irresponsavelmente. Devemos orar, e agir através do voto (Tt. 3.1), para evitar que tenhamos autoridades que apenas governam para elas próprias. Por outro lado, não podemos também perder o foco, há líderes evangélicos que apenas enfatizam a dimensão temporal. Eles se engajam politicamente, mas se esquecem de que são cidadãos dos céus (Fp. 3.20). Para não incorrer no equívoco dos religiosos que apenas visualizam o terreno, devemos saber que “a nossa Pátria está nos céus”. O substantivo para pátria, em grego, é politeuma, e significa a conduta de alguém no mundo. O homem moderno está tão centrado no terreno, até mesmo entre aqueles que se dizem evangélicos, que não conseguem olhar para cima. Como cidadão do céu, o crente tem seu nome registrado naquele lugar (Lc. 4.3; 10.20), ele aguarda com expectação o momento que entrará no país celestial (Ap. 20.15). Paulo diz que o crente tem uma bendita esperança, que é a segunda vinda de Jesus Cristo (Ef. 3.20). Esse tema está desaparecendo dos púlpitos cristãos, são poucos o que têm interesse de pregar o arrebatamento da igreja. Mas essa é uma das doutrinas fundamentais da fé cristã, não podemos perder a esperança na volta de Jesus para arrebatar os seus (I Ts. 4.13-18). Um dia a trombeta soará e Cristo virá com os Seus anjos, para ressuscitar aqueles que morreram no Senhor, e para transformar os que estiverem vivos (I Co. 15.43-53).


CONCLUSÃO
Os inimigos da cruz de Cristo pregam um evangelho que nada tem a ver com a Palavra de Deus. Eles estão centrados em satisfazer seus apetites carnais ou em cumprir suas tradições religiosas. Mas os crentes em Jesus não perdem o foco, pois sabem que quando Cristo se manifestar serão semelhantes a Ele (I Jo. 3.2). Nesses dias tão difíceis, nos quais as pessoas estão se distraindo com o terreno, inclusive alguns denominados evangélicos, não podemos perder o céu de vista. Jesus nos prometeu um lugar, o qual está preparado, para que estejamos para sempre com Ele (Jo. 14.1).


BIBLIOGRAFIA
MOTYER, J. A. The message of Phillipians. Leicester: Inter-versity Press, 1984.
WIERSBE, W. W. Philippians: be joyfull. Colorado: David Cook, 2008.